Amélia.
Há quem diga que o passado é melhor que o presente e que o futuro, mesmo pertencendo a Deus, não é lá muito promissor. Dizem que as crianças de hoje são mais espertas que as de décadas atrás, mas, em compensação, não têm a mesma liberdade pra viver sua infância correndo desesperadamente atrás de uma nova brincadeira pelas ruas e campinhos de terra ou grama da cidade, grama de verdade.
Grama sintética é uma merda.
Dizem que os adolescentes de ontem não eram tão doidos como os de hoje, que a família era uma instituição sólida e assim, o mundo era bem melhor. Pra se ter uma idéia de como o planeta era quase um paraíso, os mocinhos dos filmes fumavam maços e maços durante suas aventuras cinematográficas, e com o cigarro pendurado no canto da boca, prendiam bandidos e davam deliciosas beijocas nas mais belas mulheres do mundo sem que, em momento algum da história, tivessem que sair de cena pra não incomodar os anti-tabagistas.
Área reservada pra fumante é uma merda.
Mas não reclamo dos dias de hoje. Passado é pretérito e deve ser conjugado como manda a norma gramatical: já era. Eu tenho saudades, mas como disse noutro texto qualquer, nada que me faça perder noites de sono com pensamentos voltados para algo que eu devia ter feito e não fiz.
Arrependimento é uma merda.
Hoje temos a Internet, por exemplo. Esse troço revolucionário que além de tudo, ainda tem o You Tube. Nesta manhã, navegando pela rede, resolvi dar uma passadinha pelo site da Fundação Carlos Chagas, instituto organizador da prova que prestarei domingão. Acabei, não sei por que cargas d’água, clicando no item Estatística de Candidatos Inscritos. E lá estava cravado: Analista Legislativo. Atribuição: analista de Recursos Humanos: 16389 candidatos.
São 20 vagas em disputa. Façam as contas se assim desejarem, pois eu já vi o suficiente. Aliás, mais que o suficiente pra descobrir que tempo bom, mas bom mesmo, era o do vestibular.
Concurso público é uma merda.
Grama sintética é uma merda.
Dizem que os adolescentes de ontem não eram tão doidos como os de hoje, que a família era uma instituição sólida e assim, o mundo era bem melhor. Pra se ter uma idéia de como o planeta era quase um paraíso, os mocinhos dos filmes fumavam maços e maços durante suas aventuras cinematográficas, e com o cigarro pendurado no canto da boca, prendiam bandidos e davam deliciosas beijocas nas mais belas mulheres do mundo sem que, em momento algum da história, tivessem que sair de cena pra não incomodar os anti-tabagistas.
Área reservada pra fumante é uma merda.
Mas não reclamo dos dias de hoje. Passado é pretérito e deve ser conjugado como manda a norma gramatical: já era. Eu tenho saudades, mas como disse noutro texto qualquer, nada que me faça perder noites de sono com pensamentos voltados para algo que eu devia ter feito e não fiz.
Arrependimento é uma merda.
Hoje temos a Internet, por exemplo. Esse troço revolucionário que além de tudo, ainda tem o You Tube. Nesta manhã, navegando pela rede, resolvi dar uma passadinha pelo site da Fundação Carlos Chagas, instituto organizador da prova que prestarei domingão. Acabei, não sei por que cargas d’água, clicando no item Estatística de Candidatos Inscritos. E lá estava cravado: Analista Legislativo. Atribuição: analista de Recursos Humanos: 16389 candidatos.
São 20 vagas em disputa. Façam as contas se assim desejarem, pois eu já vi o suficiente. Aliás, mais que o suficiente pra descobrir que tempo bom, mas bom mesmo, era o do vestibular.
Concurso público é uma merda.
