Setembro chegou e trouxe mais que a primavera.
Muito mais que jardins floridos, árvores coloridas e pássaros cantantes, setembro despontou no horizonte botando um ou outro espinho no caminho de minha sossegada vida concurseira. Setembro foi um desses meses que classifico como cabuloso. Muitas coisas acontecendo quase que simultaneamente e eu, esse pacato cidadão, me virando como dava. Não foi fácil, mas quer saber da verdade? Foi legal. Acompanhe:
Enfim, os concursos: foram dois, trazendo a esperança do fim de uma calvário estudantil. Porém, chegaram travestidos em provas difíceis, desgastantes e absurdamente concorridas. Salário bom e estabilidade não é só o desejo deste humilde subversivo que vos escreve, mas de milhares e milhares de brasileiros e brasileiras, como já disse aquele velho bigode que não deixa de chupinhar nossa tão esfarrapada República.
De volta ao pelourinho: acabei pegando um frila pra fazer e assim, de repente, estava eu de novo escrevendo Ligue Já, Compre Agora, Não Perca entre outros apelos típicos do mundinho. Foi muito legal e revigorante reencontrar pessoas queridas que continuam na labuta publicitária e são tão importantes pra mim. Rapaz, como eu curto essa galera! E tudo é muito legal, recheado de brincadeiras até a hora que você precisa começar a trabalhar. Aí, quando chegou esse momento fatal, tive que fingir que era adulto.
O óbvio ululante: e o Olavo era mesmo tão ruim quanto todo mundo imaginava. E o Fábio Assunção, que minha vó acha que tem a minha cara, além de ser o cara mais bonzinho do hemisfério sul, mostrou uma coragem de Rambo na perseguição aos vilões. E você achava que concurseiro não via novela, né?
E mais:
No meio disso tudo, ainda fiz aniversário. Sem festa mas com alguma comemoração, completei a data querida entre algumas doses de uísque, um churrasco com duas amigas que aniversariam na mesma data e muitos artigos, incisos, parágrafos e emendas legais.
(E vamos ao Call to Action)
Não perca os próximos fragmentos: em breve, os resultados finais dos concursos que prestei saem oficialmente. Mas já adianto, com os pés cravados no solo, que estou me reorganizando para novas batalhas. No mundão, ir bem na prova não é suficiente para garantir seu espaço na máquina do estado. Tem que ir tão bem quanto aquele japonês que senta lá na primeira fileira.
Ou melhor que o desgraçado.
Enfim, os concursos: foram dois, trazendo a esperança do fim de uma calvário estudantil. Porém, chegaram travestidos em provas difíceis, desgastantes e absurdamente concorridas. Salário bom e estabilidade não é só o desejo deste humilde subversivo que vos escreve, mas de milhares e milhares de brasileiros e brasileiras, como já disse aquele velho bigode que não deixa de chupinhar nossa tão esfarrapada República.
De volta ao pelourinho: acabei pegando um frila pra fazer e assim, de repente, estava eu de novo escrevendo Ligue Já, Compre Agora, Não Perca entre outros apelos típicos do mundinho. Foi muito legal e revigorante reencontrar pessoas queridas que continuam na labuta publicitária e são tão importantes pra mim. Rapaz, como eu curto essa galera! E tudo é muito legal, recheado de brincadeiras até a hora que você precisa começar a trabalhar. Aí, quando chegou esse momento fatal, tive que fingir que era adulto.
O óbvio ululante: e o Olavo era mesmo tão ruim quanto todo mundo imaginava. E o Fábio Assunção, que minha vó acha que tem a minha cara, além de ser o cara mais bonzinho do hemisfério sul, mostrou uma coragem de Rambo na perseguição aos vilões. E você achava que concurseiro não via novela, né?
E mais:
No meio disso tudo, ainda fiz aniversário. Sem festa mas com alguma comemoração, completei a data querida entre algumas doses de uísque, um churrasco com duas amigas que aniversariam na mesma data e muitos artigos, incisos, parágrafos e emendas legais.
(E vamos ao Call to Action)
Não perca os próximos fragmentos: em breve, os resultados finais dos concursos que prestei saem oficialmente. Mas já adianto, com os pés cravados no solo, que estou me reorganizando para novas batalhas. No mundão, ir bem na prova não é suficiente para garantir seu espaço na máquina do estado. Tem que ir tão bem quanto aquele japonês que senta lá na primeira fileira.
Ou melhor que o desgraçado.

1 Comments:
Melhor que o desgraçado.
Abraço.
FR
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