Pedro onde cê vai eu também vou. Ou, ao menos, queria ir.
Na véspera do feriadão paulistano, minha expectativa é de descer para o Direito Administrativo bem de manhãzinha e aproveitar o final da tarde pra pegar um Tributário. Depois volto a Contabilidade e certamente enfrentarei aquele trânsito infernal de dúvidas e desentendimentos. Mas não foi pra falar sobre o meu feriadão que hoje escrevo, mas sim pra falar de um personagem da história de Sampa: Pedro Taques.
Quem vive na Paulicéia já foi a um aniversário ou fez a sua comemoração no bacana e ambíguo bar Drosophyla, que fica na rua Pedro Taques. Mais: Itanhaém, Peruíbe, Monguaguá tem acesso pela rodovia que leva o nome desse ilustre habitante da então Capitania de S. Vicente, um dos primeiros figurões a escrever sobre a nossa história. Mas o que eu queria mesmo falar pra vocês não tem nada a ver com as habilidades intelectuais do moço ou sobre sua má sorte na vida que sempre se pôs entre ele e a fortuna que perseguiu ao longo de toda a sua existência, fazendo-o, inclusive, organizar uma expedição Bandeirante rumo a Goiás, em busca do ouro, vil metal que por aquelas bandas só não dava em árvores (que somos nozes). O que mais me chamou a atenção na biografia de Pedrão, foi que num determinado momento, farto do dia-a-dia garimpeiro, correu pra Portugal e descolou um trabalho público impressionante: Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada.
Mas que cacete faz um Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada?
Simples: ele vendia e arrecadava o produto da cobrança de Bulas, que nada mais eram que uma espécie de dispensa conferida aos fiéis, relacionada aos jejuns impostos pela igreja da época - que dizem terem sido severos pra diabo. Ou seja, Pedrão, com a concessão da Santa Sé e a serviço da Coroa Imperial Lusitana, vendia licenças para que a rapaziada comesse e bebesse de tudo sem culpa ou pecado.
É mole?
Não sei quando sai o edital desse concurso, mas eu quero. Ser Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada... pô, minha avó vai derreter de orgulho!
Quem vive na Paulicéia já foi a um aniversário ou fez a sua comemoração no bacana e ambíguo bar Drosophyla, que fica na rua Pedro Taques. Mais: Itanhaém, Peruíbe, Monguaguá tem acesso pela rodovia que leva o nome desse ilustre habitante da então Capitania de S. Vicente, um dos primeiros figurões a escrever sobre a nossa história. Mas o que eu queria mesmo falar pra vocês não tem nada a ver com as habilidades intelectuais do moço ou sobre sua má sorte na vida que sempre se pôs entre ele e a fortuna que perseguiu ao longo de toda a sua existência, fazendo-o, inclusive, organizar uma expedição Bandeirante rumo a Goiás, em busca do ouro, vil metal que por aquelas bandas só não dava em árvores (que somos nozes). O que mais me chamou a atenção na biografia de Pedrão, foi que num determinado momento, farto do dia-a-dia garimpeiro, correu pra Portugal e descolou um trabalho público impressionante: Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada.
Mas que cacete faz um Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada?
Simples: ele vendia e arrecadava o produto da cobrança de Bulas, que nada mais eram que uma espécie de dispensa conferida aos fiéis, relacionada aos jejuns impostos pela igreja da época - que dizem terem sido severos pra diabo. Ou seja, Pedrão, com a concessão da Santa Sé e a serviço da Coroa Imperial Lusitana, vendia licenças para que a rapaziada comesse e bebesse de tudo sem culpa ou pecado.
É mole?
Não sei quando sai o edital desse concurso, mas eu quero. Ser Tesoureiro Mor da Bula da Cruzada... pô, minha avó vai derreter de orgulho!

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